O Julho Amarelo chama atenção para a prevenção, o diagnóstico e o tratamento das hepatites virais, um importante problema de saúde pública mundial. No artigo da série “De Médico para Médico”, o Dr. Jorge Farha destaca que a meta internacional para 2030 é reduzir em mais de 90% os novos casos de hepatites virais e em 65% as mortes relacionadas à doença.
As hepatites virais podem evoluir para complicações graves, como cirrose, insuficiência hepática e carcinoma hepatocelular. Apesar dos avanços obtidos com a vacinação, a ampliação dos métodos diagnósticos e o desenvolvimento de novos tratamentos — especialmente para a hepatite C —, o acesso da população a esses recursos continua sendo um dos principais desafios.
O artigo também reforça a importância da notificação compulsória dos casos, da vacinação contra as hepatites A e B e da atenção especial aos profissionais de saúde, grupo que apresenta maior exposição ao risco de infecção. No caso da hepatite C, os antivirais de ação direta transformaram o cenário terapêutico, permitindo tratamentos mais curtos e taxas de cura que podem chegar a 95%.
Para o Dr. Jorge Farha, os recursos para diagnóstico, prevenção e tratamento já são altamente efetivos. O desafio agora é ampliar seu alcance e garantir que cheguem, com rapidez, às pessoas que realmente necessitam. O enfrentamento das hepatites virais depende da atuação conjunta dos profissionais de saúde, dos gestores públicos e de toda a sociedade.
Leia o artigo completo do Dr. Jorge Farha e saiba mais sobre prevenção, diagnóstico e tratamento das hepatites virais:
